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Além de novos dispositivos, eis que surge um gigante em chipset

 

Lei Jun, presidente da Xiaomi, apresenta o Surge S1 chipset, no evento de lançamento. Photo: AFP

Lei Jun, presidente da Xiaomi, apresenta o Surge S1 chipset, no evento de lançamento. Photo: AFP

Oficialmente a partir de agora, a Xiaomi figura entre os quatro únicos fabricantes de smartphones que possuem SoC próprio. O SoC, cuja sigla significa System-on-a-Chip, é um chip de silício que integra quase todos os componentes de processamento do smartphone. Com o Surge S1, a Xiaomi entra para o seleto grupo de fabricantes que possuem a independência comercial de produzir os chipsets de seus dispositivos, juntamente com as igualmente gigantes Apple, Huawei e Samsung.

O Surge S1 é um processador octa-core 64-bit (4xA53 2.2GHz + 4xA53 1.4GHz) que vai até 2.2GHz na frequência máxima, já o GPU Mali-T860 quad-core tem 40% de eficiência a mais em relação a consumo de energia comparado ao Mali-T760 quando roda aplicativos de gráfico intenso. Também está incluso um DSP de alta performance 32-bit para melhor processamento de voz em relação às chamadas e dois microfones pra redução de ruídos, assim sua voz será bem clara nas ligações. O dual ISP 14-bit melhora a capacidade de processamento de imagens junto com o algoritmo Surge do ISP que melhora a sensibilidade à luz da câmera em até 150% e o algoritmo de redução de ruídos duplo que preserva detalhes mesmo em ambientes de pouca luz. Há também uma basebad atualizável, isto é, chamada de voz definição VoLTE e maior segurança em relação a estações fraudulentas.

Resumo:

  • Chipset octa-core 64-bit  (4xA53 2.2GHz + 4xA53 1.4GHz)
  • 28nm processo HPC (High Performance Computing)
  • GPU Mali-T860  quad-core
  • AFBC  + ASTC tecnologia de compressão de imagens
  • DSP 32-bit de alta performance para processamento de voz
  • dual ISP 14-bit, capacidade de processamento de imagens
  • Algoritmo Surge ISP que melhora sensibilidade a luz da câmera em até 150%
  • Algoritmo de redução de ruídos duplo que preserva detalhes da imagem mesmo em baixa luz
  • Suporte para vídeo ou chamada VoLTE de alta qualidade
  • Baseband atualizável, modem programável, via OTA
  • Chip-level de segurança, arquitetura TEE, normas de seguranças
  • Antutu Score 64,817

O Mi 5c, lançado no evento de hoje, é o primeiro dispositivo da Xiaomi a receber o referido SoC de fabricação própria. Com a parte frontal bastante semelhante ao titular da linha, o Mi 5c apresenta um corpo em metal bastante leve, em três opções de cores, e possui um baixo consumo de bateria, o que garante a autonomia de um dia inteiro de uso. Com 5,15” e emoldurada por bordas de apenas 1,66mm, a tela do dispositivo traz alta definição e um ajuste de brilho muito eficiente, com quase 10 vezes mais níveis do que normalmente são trazidos nos aparelhos. Outro diferencial do Mi 5c é a câmera traseira: seus pixels são 24% maiores que os dos smartphones comuns, o que permite a entrada de mais luz no momento da captura e, consequentemente, maior riqueza de detalhes nas fotos.

Veja as principais características do Mi 5c:

  • Chipset Surge S1 octa-core 64-bit (2.2GHz quad-core A53 + 1.4GHz quad-core A53)
  • Corpo de metal anatômico com 132g
  • Tela de 5,15” com 2048 níveis de ajuste de brilho
  • Bateria de 2560 mAh e suporte para carregamento rápido 3.0
  • 3GB RAM e 64 GB ROM
  • Câmera traseira de 12MP e frontal de 8MP
  • Leitor de impressão digital frontal
  • 64.817 de pontuação no Antutu
  • Versões nas cores Rose Gold, Gold e Black

E quanto custo toda essa alegria? Segundo foi anunciado no evento de hoje, a versão 3GB Ram + 64GB Rom será vendida na China por inacreditáveis R$679,00, em conversão direta.

E teve mais lançamento: o Redmi 4X, outro dispositivo bastante esperado, também foi anunciado hoje. Como integrante da vasta família Redmi, cujos aparelhos têm trazido baterias de grande capacidade, desempenho superior aos dos outros intermediários e excelentes preços, o caçula Redmi 4X fez jus ao nome.

Confira algumas das suas invejáveis especificações:

      • Micro Sim e Nano Sim
      • Chipset Snapdragon 431, 1.4 GHz e Adreno 505
      • Corpo premium de metal
      • Tela de 5” e vidro curvo 2.5D
      • Bateria de 4100 mAh e suporte pra carregamento rápido 3.0
      • 2GB RAM e 16GB ROM ou 3GB RAM e 32GB ROM
      • Até 128GB de armazenamento expansível
      • Câmera traseira de 13MP e frontal de 5MP
      • Leitor de impressão digital traseiro
      • Três cores: Gold, Black e Cherry Blossom

O preço do Redmi 4X, em conversão direta, é de R$ 318,00, na versão 2GB Ram + 16GB Rom, e R$ 405,00 para a versão 3GB Ram + 32GB Rom. Perfeito para quem já gastou muito no Carnaval e precisa de um smartphone realmente bom e barato.

Eu adorei! E vocês? O que acharam destes lançamentos?

SHOP ROM

  • INTRODUÇÃO

Sempre que importamos um smartphone da Xiaomi, por exemplo, não temos certeza quanto a procedência do sistema que vem nele, só notamos que não é oficial e nem confiável quando experimentamos os bugs, as traduções problemáticas e etc. Logo vem a seguinte pergunta: O que é uma Shop Rom e para que serve? Shop Rom nada mais é do que uma rom usada pelas lojas importadoras, modificada com a intenção de incluir tradução, assim possibilitando a venda do produto para mais lugares. Ela é modificada por fontes não confiáveis, isto é, qualquer pessoa com algum conhecimento básico e suficiente para acrescentar uma tradução, por isso, se houver algo malicioso em execução, tu não serás notificado, sem esquecer que é comum essas roms virem com problemas como a incompatibilidade com serviços Google e bugs inconvenientes, além da falta de atualização.

OBSERVAÇÃO 1: Sempre que for importar um smartphone, tenha o cuidado de consultar a comunidade para perguntar sobre a possibilidade do sistema oficial (ou não-oficial de confiança) existir em português, lojistas que vendem com Shop Rom vão responder somente pela tradução incluída. 

OBSERVAÇÃO 2: Para a loja chegar no seu objetivo, ela usará as traduções que a comunidade oferece, então no aplicativo Updater/Atualizações provavelmente tu verás menções sobre xiaomi.eu ou miuirom.com, não significa obrigatoriamente que seja da xiaomi.eu ou nossa, a tradução oferecida é que foi usada e não a rom em si. Veja um exemplo deste ao lado.

  • IDENTIFICAÇÃO

Obviamente, não é nem um pouco seguro usar uma rom dessas no seu smartphone pessoal, daqui surge um outra pergunta: Então, será que dá para identificar se é uma Shop Rom no meu smartphone antes de começar a usá-lo? Dá. Em primeiro lugar, vá até Configurações > Sobre o telefone e olhe a parte “Versão do MIUI“, vá no site oficial e compare com as versões existentes (selecione “older versions” caso seja necessário).

As seguintes diferenças e condições estarão presentes em uma Shop Rom:

  1. MIUI Brasil não oferece versão Estável, pois se baseia na Beta Chinesa, logo, se verificares algo como esta imagem acima, a rom não é nossa.
  2. Muitas vezes podem vir com uma sequência como (LHOCNDG), ter partes em português e se considerar MIUI Global.  CN é China, não há como ter português  – a não ser que haja um aplicativo tradutor – e muito menos ser Global.
    Exemplo: Shop Rom se identifica na versão como MIUI Global 8.0 | Estável 8.0.1.0 (LHOCNDG), sendo que a global só pode ser representada com o MI no lugar do CN, isto é, MIUI Global 8.0 | Estável 8.0.1.0 (LHOMIDG) seria o correto.
  3. Perceberás que há um número a mais na versão dela.
    Exemplo: A rom estável oficial é 8.0.1.0 e a versão da Shop é 8.0.1.0.0, veja a imagem abaixo.ex2
  4. O Updater/Atualizações pode estar escrito “MIUI Brasil” porém na aba versão do MIUI está escrito “MIUI Global” ou similar.
    Exemplo: Uma Shop Rom, estará escrito MIUI Global 8.0 | Estável na Versão do MIUI porém apresenta informação de algum fansite no aplicativo de atualizações. Veja a imagem abaixo para um exemplo de MIUI Brasil autêntica.
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  • ORIENTAÇÃO

Uma vez identificada a Shop Rom, você deve estar se perguntando: Como diabos eu me livro disso? Bem, a resposta para isso é simples, primeiro tu deves checar se o bootloader está bloqueado lendo esta postagem: 

 

E seja feliz! Esta postagem te ajudou?

GENTE, SAIU a rom MIUI BRASIL! Mas… como instalar?


É ISSO AÍ GENTE, CHEGOU MIUI BRASIL PRA VOCÊS!
Vocês devem ter dúvidas quanto a instalação. Então trouxe aqui um tutorial para orientar vocês, vamos lá?

Primeiramente vamos começar com dúvidas frequentes para que se tenha melhor esclarecimento e ninguém se perca, certinho?

  • Quero testar! Dá para instalar com o bootloader bloqueado?
    Resposta: A rom precisa de uma Custom Recovery, logo, a primeira coisa a se fazer é desbloquear o bootloader, siga este processo aqui!
  • Vi que é um .zip, não é só colocar no Mi Recovery ou no aplicativo de atualização como update?
    Resposta: Não é garantida a instalação pelo Mi Recovery/Aplicativo por ela não ser oficial, portanto, recomendamos a instalação através de uma Custom Recovery (CWM, TWRP ou similares).
  • A rom é segura? Qual o propósito dela?
    Resposta: A rom é não-oficial, é por sua própria conta e risco. Ela tem como base a rom Beta Chinesa do MIUI, traduzida e personalizada para o nosso jeitinho brasileiro de ser!
  • Qual a diferença da Xiaomi.eu para MIUI Brasil?
    Resposta: A rom da Xiaomi.eu foi feita visando acesso global. A nossa foi feita visando todos os brasileiros especificamente, que adoram o MIUI e querem testar as features no estágio da base chinesa sem precisar recorrer para o inglês (e sem passar por altos problemas retirando aplicativos desnecessários que não funcionam aqui). “Bora” testar?

OBSERVAÇÃO 1: Caso seja a primeira instalação, FAÇA BACKUP NUM COMPUTADOR ou similar, por garantia. Nas próximas não é necessário mas é o recomendado para que a instalação seja sempre limpa.

OBSERVAÇÃO 2: Caso você vá fazer uma instalação limpa da ROM, FAÇA O RESET (WIPE DATA) antes de instalá-la, porque existe o risco de apagar arquivos necessários para que o MIUI funcione corretamente.

OBSERVAÇÃO 3: Nunca é demais lembrar: Tenha sempre o backup de seus dados salvo em um lugar seguro e fora de seu telefone para possíveis imprevistos. A MIUI Brasil não se responsabiliza pela instalação das ROMs em nenhum aparelho 🙂

Agora vamos para o processo de instalação?

  1. Precisamos colocar uma Custom Recovery para que possamos instalar a rom MIUI Brasil no smartphone, certo? Aqui tem um tutorial no fórum, super tranquilo para ambos sistemas, GNU/Linux e Windows.img_20160930_170743_hdr
  2. Coloque o .zip da rom MIUI Brasil que você baixou na memória interna ou na externa, tanto faz.
  3. Uma vez com a Custom Recovery e escolhida a linguagem padrão para usá-la, toque em “Install/Instalar” e procure pelo .zip da rom, o TWRP procura pelo armazenamento interno de primeira, caso tenhas colocado no cartão SD, toque em  “Select Storage/Selecionar Armazenamento” e escolha “Micro SDCard”.yrfvbggh
  4. Toque no .zip da rom e Deslize para confirmar Flash. Paciência, ele ficará carregando e não irá mostrar todo o processo em si mas quando terminar ele avisará. Ao terminar, você verá algo como isto:img_20160930_193815_hht
  5. Haverá dois botões: Limpar o Cache/Dalvik e Reiniciar ao sistema. NÃO LIMPE o Cache/Dalvik pois isto apagará arquivos essenciais para a rom, apenas toque em “Reiniciar ao sistema”.
  6. Espere carregar, pode demorar um pouco.
    ÚLTIMA OBSERVAÇÃO: NÃO DESLIGUE O APARELHO! Se em até 40 minutos ele não entrar no sistema, CONTATE IMEDIATAMENTE A EQUIPE PELA FANPAGE.
  7. PRONTINHO! Rom bonitona instalada e preparada para ser aproveitada!

Mi 5S, Mi TV 3S: conheça os lançamentos do evento de hoje!

Em um evento realizado na China, a Xiaomi apresentou na madrugada desta terça-feira (27) seus novos produtos: os smartphones Mi 5S e Mi 5SPlus, e a nova Mi TV 3S, que trazem algumas inovações exclusivas como ocorre na maioria de seus produtos de linha premium. Abaixo, mostraremos detalhadamente o que cada um trará de diferente para o mercado.

Mi TV 3S 65″ e 55″

Mi TV 3S

A nova versão da Mi TV conta com um corpo de metal e perfil ultrafino: a menor espessura da TV lateralmente é de 9.9mm, e a maior de apenas 37.6mm. A traseira é feita de alumínio escovado, e suas laterais são de liga de alumínio anodizado. E se por fora ela não deixa a desejar em seu acabamento, as suas especificações não seriam diferentes:

  • 5ª Geração de processamento de imagens com suporte a HDR;
  • Processador Amlogic T966 (Cortex-A53 Quad-core 1.8GHz);
  • GPU Mali-T830 2+2 core;
  • 2GB de RAM e 8GB de armazenamento interno eMMC;
  • Painel LED 4K Samsung 60fps,  (55″ é Painel LED 4K IPS LG) ;
  • Decodificação H.265 por hardware;
  • OpenGL 3.1;
  • Wi-Fi 802.11ac e Bluetooth 4.0;
  • MIUI TV OS;
  • Sistema de som independente com 4 alto-falantes de alta fidelidade.

Do lado do software, a Xiaomi trouxe várias melhorias interessantes para suas TVs: chamado de Mi Brain, o MIUI TV OS aprende seu comportamento e recomenda para você títulos de um catálogo com mais de 27 mil programas de TV, filmes e séries. Tudo isso em um sistema chamado de PatchWall intelligent puzzle system.

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Além da Mi TV 3S, foi anunciado também por ¥599 (cerca de R$290 em conversão direta) em parceria com a KTV um conjunto de microfones sem fio para karaokê, equipados com o processador de áudio profissional Cirruslogic CS47L35:

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Seguindo o modelo de produtos de qualidade e preço baixo, a Mi TV 3S” custará ¥3499,00 para o modelo de 55″ (cerca de R$1700,00 em conversão direta), e a de 65″ ¥4999,00 (cerca de R$2450,00 em conversão direta).

Existe ainda o modelo enhanced da Mi TV 3S 65″: a home theatre edition. Esta contará com um sistema de Home theater em seu kit, com alto-falantes independentes e configuráveis em rede Wi-Fi 5GHz.

A versão incluindo o sistema de home theater custará ¥5999,00 (cerca de R$2920,00 em conversão direta).

 

Mi 5S

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O sucessor do Mi5 terá um grande trabalho pela frente. Isto se deve ao fato de seu reconhecimento internacional após seu lançamento simultâneo na China e MWC em Barcelona, o que atraiu olhares do mundo de uma forma mais efetiva para a Xiaomi como uma empresa de extrema qualidade no mercado tecnológico.

Diferente de seu predecessor, o Mi 5S é totalmente em alumínio, deixando a traseira de vidro para trás e adotando um visual que já havia sido adotado nas linhas Redmi e Redmi Note. Abaixo, as especificações do novo dispositivo:

  • Processador Qualcomm Snapdragon 821 2.15GHz;
  • 3 ou 4GB de RAM LPPDR4;
  • Armazenamento interno UFS 2.0 de 64 ou 128GB;
  • Tela LCD 5,15″ ultra brilhante com economia de energia;
  • Conectividade 4G+ 3xCA;
  • Câmera ultrassensível à luz com sensor Sony IMX378 1/23″;
  • NFC, leitor de impressões digitais ultrassônico e USB Type-C;

O Mi 5S será comercializado pelo valor de ¥1999,00 (cerca de R$980,00 em conversão direta) para a versão de 64GB, e ¥2299,00 (cerca de R$1120,00 em conversão direta) para a versão de 128GB.

Mi 5SPlus

Versão alternativa do novo flagship, o 5S Plus conta com um sistema de câmera dupla (embora perca o leitor de impressões ultrassônico), e uma tela maior.

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  • Processador Snapdragon 821 Quad-core 2.35GHz;
  • 4 ou 6GB de RAM LPDDR4;
  • Armazenamento interno UFS 2.0 de 64 ou 128GB;
  • Tela de 5.7″, 2.5D borda de vidro curvado;
  • Câmera traseira dupla de 13MP da Sony;
  • Conectividade 4G+ 3xCA;
  • Peso de 168g;
  • NFC, USB Type-C e Leitor de impressões digitais;
  • Bateria de 3800 mAh, Quick Charge 3.0;

Diferente do Mi 5S, o 5SPlus utiliza o conjunto regular de botões capacitivos na parte frontal, deixando o leitor de impressões digitais logo abaixo da câmera, na parte traseira do dispositivo.

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O Mi 5S será comercializado pelo valor de ¥2299,00 (cerca de R$1120,00 em conversão direta) para a versão de 4GB+64GB, e ¥2599,00 (cerca de R$1280,00 em conversão direta) para a versão de 6GB+128GB.

Mas… Qual o avanço tecnológico do leitor de impressão digital do Mi 5S para ser considerado “ultrassônico”?

O leitor tradicional funciona em um sistema de prismas e lentes com fonte de luz ótica e scanner que detecta através de um dispositivo de imagem CMOS, ao preencher espaços, ele não é tão sensível/preciso. Já no Mi 5S ele foi substituído por uma camada de sensores de imagem CMOS, trocando os citados anteriores por um filme de metal preenchido com pinholes, que só precisa de um espaço de 1,5mm pra funcionar!

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Podendo ficar embaixo da tampa de vidro ou metal (penetração máxima de 400mm) dos dispositivos móveis, assim permitindo com que eles sejam finos e garantindo mais opções de design, aliás, esse novo sistema produz uma imagem com resolução de 2000 PPI que é quatro vezes a densidade de pixels encontrado nos sensores de impressões digitais padrão! E tem mais, por ser ultrassônico, ele não será 2D e sim 3D, com uma resolução tão alta de digitalização que poderá ler os contornos, as terminações das cristas e os poros. Sendo assim bem mais difícil burlá-lo! Espero que não cheguem a usá-lo para avisar caso sua mão esteja seca demais, a ponto de indicar um hidratante.

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O que acharam? Demais, né? Vou deixar um vídeo complementar aqui pra vocês!

Review: Xiaomi Mi Band 2

Em 2014, a Xiaomi anunciou o lançamento da Mi Band: um wearable que prometia o monitoramento de passos e sono em uma pequena cápsula, com autonomia de 30 dias em uma única carga, além de recursos integrados ao seu sistema operacional, que permitia o desbloqueio automático de telefones, notificações para apps instalados, alertas para chamadas e alarmes inteligentes. O que mais surpreendia, entretanto, era o preço: por cerca de 12 dólares em sua versão inicial, foi conhecido como o melhor custo-benefício em wearables de todos os tempos.

A primeira versão da Mi Band contou com dois upgrades entre 2014 e 2015: A Mi Band 1A prometia autonomia maior de bateria, ao custo da troca dos leds coloridos presentes em sua versão anterior por três leds brancos de alto brilho, e a Mi Band 1S, que contava com um monitor de frequência cardíaca.

Em 2016, mais uma vez a empresa traz algumas novidades interessantes para seu Gadget. Nós recebemos uma Mi Band 2 para review em parceria com o GearBest, e agora vamos mostrar para vocês tudo o que é necessário saber sobre este novo modelo. Vamos lá?

Leia mais

Tenho permissão para desbloquear o bootloader, mas trava em 50%! Shop Rom?

Visto que a Xiaomi pausou as vendas aqui no Brasil, muitas pessoas começaram a arriscar na importação, para ter acesso as melhores tecnologias com o melhor custo x benefício. Porém a empresa modificou o sistema de boot recentemente, bloqueando o bootloader por questões de segurança. Dessa forma, caso se queira mudar de rom e o smartphone estiver bloqueado, deve-se pedir permissão para desbloqueá-lo e efetuá-lo no programa MI unlock, mas ainda tem aqueles smartphones que vem bloqueado com uma Shop Rom – é basicamente uma rom MIUI fake – ao tentar desbloquear com ela, o Mi Unlock trava em 50% e exibe um erro como este:

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Não esquecer que a conta que tem permissão para desbloquear é a que deverá estar no smartphone. (Print Screen do programa Mi Unlock)

Logo, o jeito era colocar uma rom beta chinesa** como pacote de atualização de acordo com o escrito nesta postagem no fórum oficial, porém ela só funciona se o aparelho estiver em uma rom oficial, Beta/Estável Global ou Estável Chinesa, por isso se estiver com uma Shop Rom, acusará um erro no .zip dizendo que o pacote não pôde ser verificado, como na imagem abaixo:

**Caso seu aparelho seja o Redmi Note 3 Qualcomm ou Mi 5, ele desbloqueará direto com a global estável sem precisar de uma beta chinesa.

Captura de tela de 2016-08-14 16-15-44

Tradução: Não pôde verificar atualização. Não pôde verificar pacote de atualização.

Para corrigir isso, apesar da informação de que flashear sem desbloquear qualquer rom pode brickar ou causar danos no aparelho, (ESTA SOLUÇÃO FOI TESTADA NO REDMI 3 PRO, FAÇA POR SUA PRÓPRIA CONTA E RISCO) terás que baixar o Mi Flash e o arquivo de flash da Beta Chinesa para o seu modelo aqui (caso uses GNU/Linux, usar este processo aqui ao invés do Mi Flash) e flashear em cima da Shop Rom mesmo com o aparelho bloqueado. Eu resetei após este processo para evitar qualquer conflito, até porque com bootloader bloqueado, ele não desloga tua conta e nem nada, só muda o sistema, no Redmi 3 Pro demorou um pouco, aproximadamente 15-20 minutos, tanto para reiniciar como para resetar, então não se assuste se no seu demorar também. Após isso, é só repetir o passo-a-passo com o Mi Unlock, tudo ocorrerá bem e poderás flashear uma rom global estável ou uma Custom Rom!

Duvido alguém não querer dar essa bela dor de cabeça para o ladrão, além de manter seus dados a salvo, é claro.
Então, só pra lembrar, recomenda-se bloquear novamente o bootloader!

Espero que esta postagem seja útil, qualquer dúvida comentem aí ou chamem pelo inbox da fanpage 😉

Vamos conhecer o Redmi 3S?

Olá MIUI Fans!

Primeiramente, pedimos desculpa pois estamos muito atrasados em apresentar esse aparelho pra vocês, O Redmi 3S foi apresentado pela Xiaomi no dia 14 de Junho de 2016 e é a coisa mais fofa,  vamos ver as especificações dele? Então vamos lá!
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Especificações:

  • Processador Octa-Core Qualcomm Snapdragon 430  MSM8937 (Quad Core 1.4Ghz Cortex A53 + Qual Core 1.1Ghz Cortex A53)
  • Adreno 505 CPU
  • 2GB OU 3GB de RAM
  • Display HD 5″, resolução de 1280×720
  • 16GB OU 32GB de memória interna, expansível por  microSD até 128GB (usando o  slot do Sim2)
  • Câmera traseira de 13 Mp, detecção de fase AF  f/2.0
  • Câmera frontal de 5 Mp f/2.2
  • Leitor de Digital
  • Dual-SIM (Micro SIM e Nano SIM OU Micro SIM e microSD)
  • 3G, 4G (LTE)
  • WiFi,  Bluetooth, GPS, A-GPS
  • Bateria de 4100 mAh
  • Medidas do Corpo 139,3 x 69,6 x 8,5 pesando 144 gramas

 

Ele é ainda melhor que o Redmi 3 ao falarmos sobre segurança, como podemos ver na imagem abaixo, ele tem leitor de digital!  Adianto aqui que, por experiência própria, o leitor de digital é genial e colocá-lo na linha intermediária… mais ainda!192757zdockc6kap0zqfo5
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E olha só! Tu tens duas opções de uso:

  1. Usar SIM 1 (Micro SIM) e SIM 2 (Nano SIM no lugar do micro SD).
  2. Usar SIM 1 (Micro SIM) e micro SD (Cartão de Memória no lugar do SIM 2).

Podes escolher entre: expandir a memória ou usar outro cartão SIM!

Não vamos esquecer que 4100mAh não é pouco de bateria, inicialmente achei que fosse afetar muito no peso, porém, ele só pesa 144 gramas!

Querem ver umas imagens de pertinho?  Aqui vão algumas da resenha feita no fórum oficial da MIUI: 160928plpwo93p4t4r4o4l160901hd4d4mh9z4gquqbq160907l8plcmcgtw2twi4o160926dmszd1mbd1ml1mls160924c9m775ifckidz7yi

Aqui vão algumas fotos tiradas com a câmera traseira do Redmi 3S:

A foto está reduzida, clique aqui para acessar a original.

A foto está reduzida, clique aqui para acessar a original.

A foto está reduzida, clique aqui para acessar a original.

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A primeira venda dele foi dia 16 de Junho!
Que legal, não é? O quê? Já está querendo?
Então, corre que o Gearbest já está vendendo aqui e aqui!
(O primeiro link é o de 3GB de RAM e 32GB de memória interna, já o último é o de 2GB de RAM e 16 GB de memória interna.)

O que vocês acharam do aparelho?

Flashear pelo terminal de uma distro GNU/Linux? É possível SIM!

Oi galera!

Faz um bom tempo que as pessoas vêm me perguntando como faz para flashear uma rom pelo terminal de uma distro GNU/Linux, bem, aqui está um tutorial sobre! Primeiramente, peço que ignorem o nome do meu computador! HAHAH

  1. Vá até o arquivo da rom para fastboot de sua escolha (é um arquivo .tgz), e lance este comando para descompactar:
    sudo tar -xvzf nome_do_seu_arquivo.tgz
    OBS 1: Caso não esteja em .tgz, renomeie com este comando: sudo mv nomedoarquivo.tar nomedoarquivo.tgz
    OBS 2: Pode demorar um pouquinho, espere terminar.
    Captura de tela de 2016-06-15 21-28-27
  2. Após descompactar, entre na pasta nova com o seguinte comando: cd nome_da_pasta_nova
    OBS: Os arquivos nessa pasta são do flash – para o GNU/Linux usamos os .sh de shell script – caso eles não estejam executáveis como os da foto abaixo,  use este comando:  sudo chmod +x flash_da_sua_escolha.sh
     flash_all.sh  = flashear tudo
    flash_all_except_storage.sh = flashear tudo, exceto o cartão de memória / memória externa.
    flash_all_except_data_storage.sh = flashear tudo exceto os dados do usuário e o cartão de memória / memória externa.
    Captura de tela de 2016-06-15 21-33-45
  3. Agora precisamos instalar as ferramentas de Android necessárias, ADB (Android Debug Bridge) e o Fastboot:
    Debian e Ubuntu: sudo apt-get install android-tools-adb android-tools-fastboot
    Arch Linux:  sudo pacman -S android-tools
    Fedora:  sudo dnf install android-tools
  4. Desligue seu aparelho e depois pressione o botão de volume (-) junto com o power, irá aparecer esta imagem:
    odskfsdopkfspfsd
  5. Conecte o aparelho com Fastboot ativado no computador pelo USB e mande este comando:  sudo fastboot devices
    OBS:  Não precisa de mais nada para reconhecer, é só ver ele citar assim como na foto, é o seu aparelho.
    Captura de tela de 2016-06-15 22-22-33
  6. Escolha um dos flashes mencionados na parte 2 e lance isto: sudo sh flash_da_sua_escolha.sh
    OBS 1:  Vá fazer um café e  comer pipoca, vai demorar um pouco.
    OBS 2: Ele irá fazer como nesta foto:
    Captura de tela de 2016-06-15 22-26-08
  7. Ao terminar, seu smartphone irá reiniciar sozinho e esse processo de iniciar após Fastboot demora um pouco, enquanto isso, aprecie seu café. Quando aparecer essa mensagem da imagem abaixo no terminal, podes desconectar seu aparelho tranquilamente.Captura de tela de 2016-06-15 22-33-15
  8. Aproveite seu smartphone!

Nem um pouco difícil, não é?
Se tiverem dúvidas, só comentar!